Sobre o que lemos em sala de aula no dia 16/03, o que me chamou a atenção foi a dualidade entre o coletivismo e o individualismo ressaltada pelo autor. Ambos conceitos se inserem na sociedade como modus operandi de um estilo de vida, tanto mercadológico, ou seja, proliferando o seu alto poder econômico de aquisição, quanto opressor, submergindo a individualidade em prol de uma noção massiva e alienante de coletivo. Ambas formas possuem os seus respectivos contras, porém o arquiteto, pode cumprir a sua função social de iniciar uma ruptura em tal processo, ao modo que o humaniza, propondo uma urbanização que viabilize as trocas sociais, qualificando-as e tornando-as reais, afetivas e solidárias.